quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

curiosidades

No ar, a tecnologia emprestada

Três exemplos de aeronaves que só mesmo os extraterrestrespoderiam inventar
Apollo 11
A nave que chegou à Lua não é humana, e sim um disco voador adaptado. Quem defende a tese é o escritor e engenheiro nuclear americano William Brian. Ele diz que um foguete como a Apollo 11 teria sido esmagado pela gravidade lunar. Portanto, só seria possível viajar para o nosso satélite natural em uma nave antigravidade copiada de um óvni. Ou então em um óvni propriamente dito.
Bombardeiros B-2
Conhecido como avião “invisível”, o B-2 é o equipamento militar mais caro do mundo. Seu objetivo é penetrar em território inimigo e vencer a guerra na primeira noite de um conflito. O design e pintura são especiais, pois absorvem as ondas de radar e o tornam quase impossível de ser detectado. Os mais atentos já perceberam: a semelhança com discos voadores é incrível.
Caça F-117
O avião F-117 Nighthawk (Falcão Noturno, em português) é capaz de escapar da detecção dos radares. Ele entrou em atividade em 1982 e foi utilizado com sucesso pelos americanos para bombardear Bagdá em 1991, na Guerra do Golfo. Muitos detalhes sobre suas características, como o material utilizado em sua superfície, são segredo militar. Coisa que só mesmo os ETs saberiam explicar.

PLANETA SEMELHANTE A TERRA É ENCONTRADO

Cientistas confirmaram a existência de um planeta semelhante a Terra na “zona habitável” em torno de sua estrela mãe.
Kepler 22-b encontra-se cerca de 600 anos-luz de distância e tem cerca de 2,4 vezes o tamanho da Terra, com uma temperatura de cerca de 22 graus Celsius.
Kepler 22-b está 15% mais perto de seu sol do que a Terra está do nosso sol, e seu ano dura cerca de 290 dias. No entanto, a estrela do planeta anfitrião tem cerca de 25% menos luz, mantendo a temperatura do planeta amena o suficiente para apoiar a existência de água líquida.
Até agora, esse é o planeta mais próximo parecido com o nosso – uma “Terra 2.0″. O que os astrônomos ainda não sabem, no entanto, é se Kepler 22-b é feito principalmente de gás, rocha ou líquidos.
Kepler 22-b era um dos 54 candidatos a exoplanetas em zonas habitáveis relatados pela equipe de Kepler em fevereiro, e é apenas o primeiro a ser formalmente confirmado usando outros telescópios.
Mais “Terras 2.0″ podem ser confirmadas no futuro, apesar de que uma redefinição dos limites da zona habitável trouxe o número de 54 para 48. 10 deles são do tamanho da Terra.
Durante a conferência em que esse resultado foi anunciado, a equipe de Kepler também disse que avistou 1.094 novos candidatos a planetas. O número total de candidatos encontrados pelo telescópio está agora em 2.326 – dos quais 207 são aproximadamente do tamanho da Terra.
Os resultados sugerem que os planetas que vão desde o tamanho da Terra a cerca de quatro vezes o tamanho da Terra – os chamados “super Terras” – podem ser mais comuns do que se pensava.
O telescópio espacial Kepler foi projetado para olhar para uma faixa fixa do céu, para cerca de 150.000 estrelas. O telescópio é sensível o suficiente para ver quando um planeta passa na frente de sua estrela-mãe, escurecendo um pouco a luz da estrela.
Kepler identifica essas pequenas mudanças na luz das estrelas como candidatos a planetas, que são depois confirmados por observações de outros telescópios em órbita e na Terra.
Conforme os candidatos a planetas semelhantes à Terra são confirmados, a Busca por Inteligência Extraterrestre (Seti, na sigla em inglês) tem um foco mais estreito para sua caça.
“Esta é uma oportunidade excelente para observações”, disse Jill Tarter, do Seti. “Pela primeira vez, podemos apontar nossos telescópios para as estrelas sabendo que elas realmente hospedam sistemas planetários – incluindo pelo menos um que se aproxima da Terra na zona habitável em torno de sua estrela mãe”, - retirado da internet

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Amostras da Atividade Alienígena Real no Alasca


  •  Em fevereiro de 1965, um oficial da Aeronáutica e a tripulação de voo, em rota de Anchorage para o Japão, tiveram uma percepção visual por radar de três grandes objetos. Os OVNIs seguiram o avião de carga F-169 ao longo do Pacífico e desapareceram a uma velocidade de pelo menos 1.500 mph.
  • · Os testemunhos do tenente-coronel da Aeronáutica, Wendelle C. Steven, da filmagem da câmera de uma arma que capturou discos voadores sobre o espaço aéreo do Alasca e o desaparecimento no meio do voo do Senador de Estado dos Estados Unidos do Alasca, Nick Begich, são uma amostra das histórias da presença extraterrestre.
  • -Em novembro de 1986, no espaço aéreo na costa de Anchorage, o capitão Kenju Terauchi e a tripulação do Voo 1628 da Japan Airlines relataram uma gigantesca "nave-mãe" extraterrestre duas vezes o tamanho de um porta-aviões. Sua insistência foi apoiada por retornos do radar.

  • Em 2005, detetives do FBI foram designados pra investigar uma série de desaparecimentos não resolvidos e mortes em Nome, Alaska. A maioria das vítimas eram habitantes nativos. Entre 1960 e 2004, 20 pessoas morreram ou desapareceram em circunstancias misteriosas. Em 2006, o FBI concluiu que “o consumo excessivo de álcool e o inverno extremamente rigoroso” eram a causa dos fatos ocorridos


OVNI - Caso intrigante de Abdução

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Muito interessante



As previsões dos maias para dezembro de 2012 não se referem ao fim do mundo, mas ao retorno do deus Bolon Yokte, que voltaria ao término de uma era e ao começo de outra, segundo uma nova interpretação divulgada nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México.
Os especialistas Sven Gronemeyer e Barbara Macleod, da Universidade da Trobe (Austrália), divulgaram uma nova interpretação das inscrições maias do sítio arqueológico de Tortuguero, durante a 7ª Mesa Redonda de Palenque, realizada no estado mexicano de Chiapas.
A data de 21 de dezembro de 2012 citada nas inscrições do povo indígena maia gerou diversas especulações sobre supostas “profecias maias do fim do mundo”, versão que foi rejeitada pelos arqueólogos e epigrafistas.
Segundo os especialistas, os maias criaram um calendário com base em um período de 400 anos, denominado Baktun. Cada era é composta por 13 ciclos de 400 anos, que somavam 5.125 anos, e, segundo a conta, a era atual concluiria em dezembro de 2012.
Gronemeyer explicou que, de acordo com a visão maia, no final de cada era, completava-se um ciclo de criação e começava outro. Nesta inscrição, menciona-se que 21 de dezembro “seria investida a deidade Bolon Yokote”, um deus vinculado à criação e à guerra, que participou do começo da atual era, iniciada em 13 de agosto do ano 3.114 a.C.
O epigrafista alemão indicou que essa inscrição está ligada à história da cidade maia de Tortuguero, na qual se cita o governante Bahlam Ajaw (612-679 d.C.) como futuro participante de um evento do final da era atual.
O texto de caráter narrativo, segundo Gronemeyer, mostra que os governantes maias deveriam “preparar o terreno para o retorno do deus Bolon Yokte, e que o Bahlam Ajaw seria o anfitrião de sua posse”.
Conforme este prognóstico, o deus Bolon Yokte presidiria o nascimento de uma nova era, que deverá começar em 21 de dezembro de 2012, e supervisionaria o fim da era atual.
“A aritmética do calendário maia demonstra que o término do 13º Baktun representa simplesmente o fim de um período e a transição para um ciclo novo, embora essa data seja carregada de um valor simbólico, como a reflexão sobre o dia da criação”, comentou Gronemeyer.
O epigrafista mexicano Erik Velásquez disse que, para os escribas maias, a história como uma narração de eventos humanos foi uma preocupação secundária. Eles se centravam nos rituais de qualquer tipo, por isso, “as inscrições mostram relações complexas entre o tempo, as esculturas e os prédios”.
“Na antiga concepção maia, o tempo se construiu tal como as esculturas e os prédios que as continham, os períodos tinham consciência, vontade, personalidade e se comportavam como humanos”, acrescentou Velásquez.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

MISTÉRIOS DO UNIVERSO

O universo é cheio de mistérios que nem as melhores mentes da Terra conseguem decifrar. Confira alguns deles, com os buracos negros, a antimatéria e a matéria escura:
1 – Antimatéria

As partículas que compõem a matéria normal têm versões opostas de si mesmas. Um elétron tem uma carga negativa, por exemplo, mas o seu equivalente de antimatéria, o pósitron, é positivo. Matéria e antimatéria aniquilam-se quando colidem e sua massa é convertida em energia pura pela equação de Einstein E = mc2. Alguns projetos de nave espacial futuristas incorporam motores de antimatéria.
2 – Mini buracos negros

Se uma nova e radical teoria da gravidade estiver correta, então existem espalhados por todo nosso sistema solar milhares de pequenos buracos negros, cada um do tamanho de um núcleo atômico. Ao contrário de seus irmãos maiores, esses buracos negros são mini sobras primordiais do Big Bang e afetam o espaço-tempo de maneira diferente por causa de sua estreita associação com uma quinta dimensão.
3 – Radiação cósmica de fundo

Também conhecida como RCF, esta radiação é uma sobra primordial do Big Bang que deu origem ao universo. Foi detectada pela primeira vez durante os anos 1960, como um ruído de rádio que parecia emanar de todos os lugares no espaço. A RCF é considerada uma das melhores evidências para o Big Bang. Recentes medições precisas colocam a temperatura da RCF em menos 270 graus Celsius.
4 – Matéria escura

Os cientistas pensam que ela compõe a maior parte da matéria no universo, mas não pode ser vista nem detectada diretamente com as tecnologias atuais. Alguns cientistas questionam se a matéria escura é mesmo real, e sugerem que os mistérios que ela resolve poderiam ser explicados por um melhor entendimento da gravidade.
5 – Exoplanetas

Até aproximadamente o início dos anos 1990, os únicos planetas conhecidos no universo eram os do nosso sistema solar. Porém, até hoje, os astrônomos já identificaram mais de 500 planetas extrassolares. Eles variam de mundos gigantescos de gás cujas massas são de estrelas pequenas até planetas rochosos orbitando anãs vermelhas. A procura por uma segunda Terra, no entanto, ainda está em curso. Os astrônomos acreditam que melhores tecnologias devem, eventualmente, revelar mundos semelhantes ao nosso.
6 – Ondas de gravidade

Ondas de gravidade são distorções no tecido do espaço-tempo, previstas pela teoria de Albert Einstein da relatividade geral. As ondas gravitacionais viajam na velocidade da luz, mas são tão fracas que os cientistas só podem detectar as criadas durante eventos cósmicos colossais, como fusões de buracos negros como a mostrada acima. LIGO e LISA são dois detectores projetados para encontrar essas ondas.
7 – Canibalismo galáctico

As galáxias podem “comer” umas as outras e evoluir ao longo do tempo. A vizinha da Via Láctea, Andrômeda, está atualmente “jantando” um dos seus satélites. Mais de uma dúzia de aglomerados de estrelas estão espalhadas por toda Andrômeda, os restos cósmicos de refeições passadas. A imagem acima é de uma simulação de Andrômeda e a nossa galáxia colidindo, um evento que acontecerá daqui cerca de 3 bilhões de anos.
8 – Neutrinos

Neutrinos são partículas elementares eletricamente neutras e praticamente sem massa que “atravessam” as coisas. Alguns estão passando por seu corpo agora mesmo, enquanto você lê este artigo. Essas partículas “fantasmas” são produzidas no interior de estrelas saudáveis queimando, bem como nas explosões de supernova de estrelas moribundas. Cientistas estão criando vários detectores para estudar os neutrinos.
9 – Quasares

Esses faróis brilhantes emitem luz a partir das bordas do universo visível, e são lembretes da infância caótica do nosso universo. Quasares liberam mais energia do que centenas de galáxias juntas. O consenso geral é de que eles são monstruosos buracos negros no coração de galáxias distantes. Esta imagem é do quasar 3C 273, fotografado em 1979.
10 – Vácuo

A física quântica nos diz que ao contrário das aparências, o espaço vazio é uma bebida borbulhante de partículas subatômicas “virtuais” que estão constantemente sendo criadas e destruídas. As partículas fugazes dotam cada centímetro cúbico de espaço com uma certa energia que, segundo a relatividade geral, produz uma força antigravitacional que empurra para além do espaço. Ninguém sabe o que está realmente causando a expansão acelerada do universo, no entanto